Nosso modo de ser, agir e pensar demonstra diferentes inteligências – racional, emocional, social e espiritual. Reconhecer e desenvolver cada uma delas é um trabalho contínuo, mas compensador. Confira!
Texto • Renata Guerra
Quociente de InteligênciaVocê já deve ter ouvido falar em QI – não, não tem nada a ver com o famoso “Quem Indica”. QI é a abreviação do termo Quociente de Inteligência (divisão da idade mental pela idade cronológica) que surgiu em 1912 com fins pedagógicos. A proposta inicial era avaliar a inteligência das crianças com o objetivo de detectar quem teria mais ou menos dificuldades no processo de aprendizagem. Anos depois, tais testes foram adaptados para o mundo dos negócios; empresas os aplicavam para medir a capacidade lógica e cognitiva de seus candidatos. Após décadas de estudo de QI, notou-se que muitas pessoas com altíssimo QI eram um fracasso total. Ao se estudar o por quê disso, ficou evidente que a "inteligência" avaliada era apenas um dos fatores que explica o sucesso. Assim, começaram os estudos de outras formas de inteligência. Isso não quer dizer que o conhecimento e os estudos passaram a ser menosprezados pelas empresas, apenas deixaram de ser o único critério. Assim, as exigências hoje vão além do currículo formal.