Vestir-se bem ou mal é reflexo da maneira como cada um lida com as próprias emoções. Então, veja o que fazer para exteriorizar o que há de melhor em você
Texto • Geisa D'avo
“Nosso estado de espírito influencia diretamente a escolha de uma roupa, mas poucas pessoas realizam esse processo de forma consciente”. A afirmação é de Dhelba Alliegro, terapeuta e instrutora de PNL (Programação Neurolinguística). Na prática, isso significa que você pode até não perceber, mas sempre que decide com qual roupa vai ao trabalho, à padaria ou a uma festa, está dando vazão às suas emoções.
Por isso mesmo é que a escolha de trajes adequados para cada ocasião depende não apenas de bom gosto, mas principalmente do seu nível de autoconhecimento. “Se souber quais são seus dons e valores, você terá mais facilidade para se vestir de forma coerente. É o que acontece com as pessoas que desenvolvem um estilo próprio: mesmo que não estejam sempre antenadas às últimas novidades da moda, elas conhecem a própria vibração e sabem quais roupas têm mais a sua cara. Por isso, têm a aparência em sintonia com aquilo que realmente são”, afirma Dhelba.
Ainda de acordo com Dhelba Alliegro, adequar-se aos padrões de beleza exaltados pela sociedade pode não bastar para exibir uma aparência consistente. “De nada adianta ser magro, alto, forte e estar super bem-vestido se a autoestima estiver lá embaixo. Uma pessoa nessas condições certamente desperdiçará a oportunidade de mostrar ao mundo a que veio. Feio ou bonito, gordo ou magro, o importante é gostar de si mesmo e criar formas de extravasar o que se tem de melhor”.
Para desenvolver esta habilidade, a dica de Alexandre Bortoletto, membro da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística, é simples: “o que importa é o que você pensa sobre si próprio. Lembre-se que os seus pensamentos geram sentimentos que, por fim, geram comportamentos. Por isso, se você mantiver bons pensamentos a seu respeito, vai se sentir melhor e, consequentemente, vai transparecer esse bem-estar na sua aparência”.