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Como conviver com as diferenças

Publicado por Redação em 20/08/2010 às 15h58

Não há duas impressões digitais idênticas em toda a população mundial. Então, por que haveria personalidades iguais? A diversidade existe para ser celebrada – e utilizada como um importante meio de aprendizado

Texto • Redação
 

Não há dúvidas de que a riqueza da diversidade garante aprendizado constante. Traz para os dias um sem número de benefícios e transmite sabedoria. Essa é a postura de quem já tem o controle de suas emoções e adota a inteligência emocional para a rotina diária. Por isso, é preciso valorizar esse contato diverso, aprender com ele, desenvolver habilidades e trocar experiências. Como já dizia o pacifista Mahatma Gandhi, temos de ser a transformação que queremos para o mundo.

Dessa forma, não adie adotar medidas práticas para entender seus sentimentos. No início, você poderá ser a única pessoa capaz de manter o controle porque tem uma visão diferenciada sobre os acontecimentos diários, mas essa semente plantada garante muitos frutos no futuro. É a garantia de que a colheita será próspera para você e quem está à sua volta. “Devemos utilizar a inteligência emocional, inclusive, com as pessoas mais difíceis de lidar, porque nossa coerência e equilíbrio passam a ser notados por todos e influenciam o ambiente ao nosso redor”, explica Deroní Sabbi, psicólogo e master em Programação Neurolinguística (PNL).
 

Respeitar a diversidade

É claro que não é tão simples compreender tantas diferenças entre as pessoas. A criação e as formas de conceber o mundo variam de um para o outro. Mas é possível que a nova maneira de enxergar as ações e acontecimentos seja um aliado. Nisso, a inteligência emocional também pode ajudar. Segundo o especialista Wagner Dias, conflitos sempre existirão quando as ideias divergem, mas as atitudes perante uma posição contrária se modificam. “O mais importante é lembrarmos que o outro pode não mudar suas ações e pensamentos. Por outro lado, não precisamos impor nossas ideias, podemos conviver com a diversidade. Para que isso não seja ofensivo, devemos reavaliar nossa posição diante de cada fato”, explica.

Em outras palavras, o mais importante não é o que acontece, mas a forma como se reage a esse acontecimento. É preciso avaliar o que há de positivo nas atitudes e se concentrar nisso. “O que nunca pode ser feito é deixar que pessoas negativas lhe influenciem. Você precisa de uma barreira natural para o pessimismo”, enfatiza Dias.

Ao se concentrar nas qualidades positivas das pessoas – pode acreditar, todos têm muitas coisas boas em si – palavras ou gestos agressivos que lhe irritariam normalmente começam a perder o significado, passam a não atingi-lo mais. Mas vale lembrar que isso só acontece quando você tem o domínio de suas emoções, aí, sim, as dos outros não lhe afetarão.
 

 
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