Na Universidade Ibero-Americana, México, pesquisadores apontaram que 70% dos homens tende à impulsividade, em comparação a só 10% das mulheres. Por essa natureza mais “esquentada”, o risco de um homem retrucar ao chefe pentelho é grande. “Obviamente não é preciso ser violento, mas, se não expressar suas frustrações, o homem, em especial, tende a ficar desmotivado e a perder o rendimento no trabalho”, explica Suelli.
“As mulheres conseguem ser menos afetadas negativamente pelo comportamento de um chefe difícil”, afirma Suelli. Ela explica que, apesar da extrema sensibilidade, o sexo feminino tem um autocontrole maior nesses casos. Já quando estão na chefia, aliás, 70% das mulheres tende a infernizar os funcionários – foi o que revelou um estudo norte-americano de 2007. Segundo a pesquisa, chefes do sexo feminino são as maiores protagonistas dos casos de assédio moral no trabalho.