A força do pensamento é tão poderosa que pode ser usada até para combater doenças. Descubra como isso é possível com o QI Mental, uma revolucionária técnica oriental de reprogramação da mente
Texto • Renata de Salvi e Renata Rossi

Cada vez mais pesquisas e estudos científicos apontam para um dado que antes só era propagado por terapeutas alternativos: a mente é capaz de determinar a saúde do corpo. Ou seja, se estivermos emocionalmente bem e trabalharmos nossas experiências de forma saudável, as funções do nosso organismo tendem a atuar em harmonia. O contrário também é verdade, se algo oculto lá no nosso inconsciente nos incomoda, nossa saúde sente – e muito.
Foi aliando conceitos da medicina ocidental, como a neurobiologia, à medicina tradicional chinesa, que o Prof. Dr. Ysao Yamamura, chefe do Setor de Medicina Chinesa-Acupuntura do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina), desenvolveu no Brasil a técnica de mobilização do QI Mental, em que as emoções desempenham um papel fundamental no tratamento das mais variadas doenças.
Na primeira etapa do tratamento, o paciente é submetido à anamnese, um levantamento do histórico de sua vida, não apenas para saber quais as doenças que ele já teve, mas também para identificar quais sentimentos mais o marcaram. A partir desse relato, os especialistas – médicos que realizaram treinamento para a técnica do QI mental – procuram relacionar a queixa do paciente ou a doença diagnosticada para conduzir a técnica em estado de relaxamento e, então, acessar os registros de memória dele.
Os benefícios são sentidos na medida em que se resgatam estes registros do passado, lembranças desde o período de gestação, que na medicina corresponde à vida intra-uterina, até a época atual. Só assim os especialistas no Qi Mental conseguem entender em que nível está a doença – energético, funcional ou degenerativo – e conduzir o tratamento de reequilíbrio.