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Transforme os pecados em virtudes

Publicado por Redação em 16/07/2010 às 17h10

Você pode até não se dar conta, mas os sete pecados capitais são presenças constantes em sua vida. Acontece que isso não é de todo ruim – desde que haja equilíbrio entre os sentimentos bons e maus, criando o balanço ideal para você

Texto • Vanessa Reis / Ilustração • Marília Rizzo

O relógio desperta. São 6 horas da manhã, mas a vontade de ficar na cama impera. Na hora do almoço, escolher entre carne, massa ou salada – você opta pelos três. No fim da tarde, fica sabendo da promoção do colega no trabalho e se pergunta: por que ele, e não eu? Todos os dias, ações e sentimentos como esses mostram-se incorporados ao nosso estilo de vida. Eles fazem parte de nossa rotina e parecem naturalíssimos. E deixamos passar despercebido o fato de estarmos, sem qualquer pesar, cometendo os famigerados pecados capitais.

O conceito de pecado tem sua origem na tradição cristã: é o não-cumprimento da vontade de Deus – portanto, uma falta grave, que é cumulativa. O conceito dos sete pecados propriamente ditos foi criado no século 6, quando o Papa São Gregório Magno, a partir de epístolas elaboradas por São Paulo, organizou a lista das "sete transgressões que levam à morte da alma". O termo “capital” foi adicionado para enfatizar o poder que esses pecados têm de puxar a fila e incentivar outros – em latim, "capital" deriva de caput, que significa "cabeça".

Mas a lista dos atos pecaminosos que conhecemos hoje só foi se tornar oficial no século 17. E, de lá para cá, eles se popularizaram de tal forma que já não é sequer necessário ser religioso para conhecer as famosas infrações e identificá-las no dia a dia. São elas: soberba, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria. Vale lembrar que as sete são elencados de forma hierárquica – ou seja, a soberba representa a mais grave, sendo a luxúria a mais "leve".
 

Entre o bem e o mal

Pecado é pecado e deve ser evitado. Novamente, nem é preciso ser religioso para concordar que os aspectos que São Gregório Magno listou séculos atrás merecem ser explorados, no mínimo, com cautela. Entretanto, todo mundo sabe que é humanamente impossível ser integralmente virtuoso. Por isso, é a medida dada a cada um desses sentimentos que pode subverter ambos os valores e criar o equilíbrio ideal.

A psicóloga Sônia Camilo, de São Paulo, lembra que tudo em excesso é prejudicial. Logo, até mesmo prender-se à ideia de que deve-se evitar ao máximo qualquer transgressão não é favorável para o equilíbrio emocional de uma pessoa. “Há dias em que você não quer se levantar da cama, está sem pique nenhum para ir para o trabalho. Mas isso não é, necessariamente, preguiça. Pode ocorrer devido a um cansaço acumulado ou simplesmente pela necessidade de um tempinho ocioso. A não ser que seja algo muito recorrente, é totalmente normal”, explica.

Você imagina o que o esgotamento de toda a vaidade pode fazer com uma pessoa? Deixá-la completamente despreocupada com a aparência e até com sua saúde, o que só traz prejuízo. E alguém que se doa integralmente ao bem-estar de terceiros, praticando o altruísmo de forma extrema, sem pensar em si mesmo? Ou, ainda, os casos patológicos de anorexia, caracterizados pelo autocontrole rígido na hora de se alimentar? Sônia pontua que os considerados pecados capitais – e suas respectivas virtudes – podem ser muito bem equacionados se houver entendimento do "ser interior". Ou seja, é preciso se conhecer muito bem para medir quais as pitadas ideais de pecados e virtudes que devem temperar a sua vida.

A seguir, elencamos algumas pistas de como fazer isso. Acompanhe!



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Hollister Co Sweden comentou às 08h14 em 18/01/2014 responder denunciar

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