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Os pequenos milagres do dia a dia

Publicado por Redação em 29/10/2010 às 19h14

Histórias comoventes e inspiradoras nos mostram que nas entrelinhas do dia a dia escondem-se verdadeiros milagres. Para enxergá-los, não é preciso ter fé, basta apurar o olhar

Texto • Redação

Um avião cujo embarque você perdeu sofre um acidente. Um encontro absolutamente inesperado traz a solução para um problema que o angustiava. Um objeto que parecia perdido para sempre é misteriosamente encontrado... Para muitas pessoas, essas histórias são apenas exemplos de estranhas coincidências. Para outras, no entanto, são verdadeiros milagres do dia a dia, sutis demonstrações de uma força mágica, poderosa e, até quem sabe, divina.

As escritoras Yitta Halberstam e Judith Leventhal fazem parte desse segundo grupo. Elas acreditam não só que essas experiências revelam mensagens importantes para iluminar nosso caminho, mas também que podem servir como símbolos vitais de crescimento e transformação, representando toda a perfeição e maravilha da vida.

Ficar atento a esses momentos, entender seu significado e usufruir mais plenamente seus ensinamentos é, portanto, o primeiro passo para apaixonar-se pela vida, abrindo-a para infinitas possibilidades enriquecedoras e extraordinárias.

Fascinadas pelo tema, Yitta e Judith realizaram uma série de entrevistas e uma extensa pesquisa em jornais, revistas e livros para reunir as mais surpreendentes histórias sobre caprichos do destino no livro Pequenos milagres: coincidências extraordinárias do dia a dia (Editora Sextante). Suas histórias intrigam, emocionam, divertem e fazem crer que suas autoras estão certas quando afirmam: “Quando você acredita em coincidências, elas inundam sua vida de uma forma quase estonteante. Quando você manda seu desejo para o universo, e realmente acredita que o universo é receptivo, pode ter certeza de que receberá todas as respostas ao seu pedido”. A seguir, você confere um trecho do best-seller.
 

Um pequeno milagre...

Em 1995, Susie Henderson estava com 45 anos, nunca havia sido casada e se sentia presa a um emprego sem perspectivas. Desanimada também com o fracasso da psicoterapia convencional em criar mudanças significativas na sua vida pessoal, ela resolveu encerrar seu tratamento e experimentar outros caminhos menos convencionais de ajuda. Matriculou-se numa série de encontros de fim de semana para o crescimento pessoal, adotou a meditação, passou a fazer preces, estudou em centros de retiro da Nova Era e chegou a consultar um médium ou dois.

Nenhuma dessas opções produziu a metamorfose que ela esperava, até que uma amiga a encaminhou a um “psicólogo espiritual” que incluía “princípios espirituais” no processo psicoterápico. Agora, Susie finalmente começava a passar pela transformação pessoal que estivera procurando. Encontrava menos dificuldades com os homens, criou relacionamentos mais estáveis com eles e afinal conseguiu se livrar das correntes que ainda a prendiam a um emprego sufocante.

Uma das técnicas que o psicólogo espiritual de Susie lhe ensinou foi a de pedir ao universo qualquer coisa que realmente quisesse. Durante as sessões, Susie muitas vezes havia se queixado de que Deus não atendia a suas necessidades. Seu terapeuta a interrompia:

– Você alguma vez chegou a pedir?

– O que você quer dizer com pedir?

– O universo é abundante e generoso – respondeu o terapeuta. – Basta que você peça a Deus o que quiser. Mas existe uma técnica. – O terapeuta ensinou a Susie a arte de fazer afirmações e salientou que era preciso ser extremamente específico quando se expressava um pedido. Era preciso dizer a Deus exatamente o que se queria e precisamente quando, quanto e para que finalidade. Cética a princípio, Susie descobriu, para sua própria surpresa, que, na maior parte do tempo, pedir a Deus o que queria... funcionava.

Um dia, no seu novo emprego como administradora de um asilo para pessoas com deficiências de desenvolvimento, Susie estava realizando uma sessão de “fixação de metas” com os monitores da sua equipe.

Eles estavam extremamente estressados por trabalhar com pessoas profundamente incapacitadas e, usando a sessão como válvula de escape, faziam queixas eloqüentes. Susie deu a volta na sala e, repetindo as estratégias que seu próprio terapeuta lhe havia ensinado, começou a treinar seus monitores na arte de atingir suas metas.

Embora eles zombassem do exercício, Susie lhes pediu que deixassem de lado por um momento sua descrença.

– Vamos conversar sobre o que vocês gostariam de mudar no seu ambiente de trabalho – começou Susie. – Que mudanças poderiam aumentar sua satisfação com seu emprego? O que você gostaria de ver acontecer? Se você tivesse uma varinha de condão, que novas condições gostaria de criar? – perguntou ela a Denise, uma funcionária mal-humorada e insatisfeita.

– O que eu gostaria de ver acontecer? – gritou Denise, feliz por ter uma oportunidade de dar vazão à sua raiva e frustração. – Bem, estou morta de cansaço de ver uma das minhas pacientes, a coitada da Karen, esperando junto à janela por parentes que nunca aparecem. Ninguém da família vem visitá-la. A mãe dela não vem aqui há seis meses. É de partir o coração... Não consigo suportar mais a dor que ela sente!

– Muito bem – disse Susie, com um gesto de estímulo. – Então, o que é que você quer exatamente?

– Quero que seus parentes venham visitá-la, droga!

– Certo, vamos expressar esse desejo em termos bem precisos – recomendou Susie.

Susie trabalhou com Denise alguns minutos até conseguir que ela ficasse em pé no meio da sala para expressar seu desejo na linguagem do terapeuta de Susie:

– Com estas palavras, eu me comprometo a que a mãe de Karen e outros parentes venham visitá-la com mais frequência.

– Com que frequência? – insistiu Susie. – Você tem de ser exata.

Denise reformulou seu pedido.

– Com estas palavras, determino que sua mãe venha de dois em dois meses.

– Perfeito! – disse Susie, batendo palmas. – Ótimo. Agora vamos ver o que acontece.

Exatamente na noite seguinte a mãe de Karen apareceu no asilo pela primeira vez em seis meses. Os olhos de Susie brilharam quando Denise lhe deu a notícia.

– Por que você acha que ela veio? – perguntou Susie.

– Hum... alguém provavelmente ligou para que ela viesse – murmurou Denise, descrente.

– Vá perguntar a ela se foi isso que a trouxe aqui hoje – recomendou Susie.

No entanto, quando lhe foi feita a pergunta, a mãe de Karen abanou a cabeça com energia.

– Não, ninguém ligou para mim. Aconteceu de eu estar nas vizinhanças e resolvi aparecer.

Dois dias depois, a avó de Karen, que não viera visitá-la nos últimos quatro anos, também apareceu.

– Alguém ligou para a senhora vir? – perguntou Denise, espantada ao vê-la.

– Não, foi só porque comecei a pensar na Karen, só isso. Alguma coisa... não lembro o quê... me fez pensar nela.

No dia seguinte, a tia de Karen veio; e no outro, sua prima.

– Meu Deus – disse Denise a Susie, quando toda uma procissão de parentes começou a desfilar pelo asilo até o quarto de Karen, que recebeu mais visitas em uma semana do que em todo o ano!

– E então, qual é a sua conclusão? – perguntou Susie, com um sorriso.

– Ah, para mim está muito claro – Disse Denise com a máxima certeza. – É... pura coincidência!
 

 

PEQUENOS MILAGRES: coincidências extraordinárias do dia a dia
Yitta Halberstam e Judith Leventhal
Editora Sextante
www.sextante.com.br

 

 
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