Doenças relacionadas à ansiedade atingem cerca de 19 MILHÕES DE ADULTOS norte-americanos com idade entre 18 e 54 anos (13,3% da população).
De acordo com um estudo feito pela Anxiety Disorders Association of America (ADAA), associação norte-americana sobre distúrbios causados pela ansiedade, os males causados pelo problema custam aos Estados Unidos mais de 42 BILHÕES DE DÓLARES por ano, ou seja, quase um terço do valor destinado ao governo para a área de saúde mental.
Pessoas ansiosas são de TRÊS A CINCO VEZES mais propensas a irem ao médico e SEIS VEZES mais propensas a serem hospitalizadas por problemas psiquiátricos que as não-ansiosas.
A seguir, o psicólogo Marco Antônio de Tommaso relaciona os principais sintomas da ansiedade, subdividindo-os em psicológicos, físicos e de tensão muscular. Confira!
Sintomas psicológicos: hipervigilância (exagero na resposta de alerta), apreensão em relação a catástrofes futuras, sensação de estar sempre exposta a um perigo, dificuldade de se concentrar ou de “zerar” a mente de preocupações, dificuldade para conciliar ou manter o sono, irritabilidade.
Sintomas físicos: falta de ar (sensação de sufocação), palpitações, sudorese em extremidades (especialmente mãos fria e úmida), tonturas ou vertigens (referidas como sensação de pouca firmeza ou instabilidade), boca seca, sensação de “nó na garganta” (dificuldade para engolir), náuseas (enjôos, diarréias ou outras manifestações gastrointestinais), sensação de calor ou presença de calafrios, micção constante.
Sintomas de tensão muscular: agitação e inquietação psicomotora (incapacidade de relaxar o corpo), tremores e contrações das musculaturas por tensão crônica de diversos grupos musculares (especialmente a nuca, o pescoço e a mandíbula), fadiga excessiva.