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Slow movement: fazer melhor e devagar

Publicado por Redação em 16/08/2010 às 16h49

O slow movement é a filosofia que tem como lema o velho ditado: “a pressa é inimiga da perfeição”. A seguir, conheça melhor essa ideia e descubra por que ela já virou uma tendência mundial

Texto • Vanessa Reis


 

Tentar controlar o tempo a todo instante e dividi-lo em zilhões de partes para dar conta de mais e mais afazeres é um hábito tão cotidiano que, por vezes, nos passa despercebido. Nossa dinâmica de vida exige sempre mais e mais da nossa agenda: trabalho, casa, academia, faculdade, curso extra aos sábados, curso de férias... E, no fim do dia, ainda reclamamos das poucas 24 horas. E desacelerar? Você já pensou na possibilidade de fazer tudo na sua devida velocidade?

Se acha que a vida anda corrida demais, você pode se juntar aos adeptos de um movimento chamado slow. A palavra significa "devagar" e a filosofia abrange diversas atividades rotineiras, desde a alimentação e o trabalho, até o sexo. Tudo, segundo sua proposta, feito mais vagarosamente, com atenção e dedicação à atividade desempenhada. Assim, a qualidade do ato e o bem-estar de quem o pratica sobe às alturas.

O precursor de todas as práticas "devagar" foi o slow food, iniciado após um protesto contra a abertura de uma unidade do McDonald’s na Praça da Espanha Romana, na Itália, em 1986. O mentor do movimento foi o italiano Carlo Petrini, hoje presidente da associação Slow Food movement, que, desde então, apregoa a degustação sossegada e a tradição gastronômica local, no lugar do fast-food desregrado. A partir daí, surgiram as diversas modalidades slow.

O principal responsável pela difusão mundial do slow movement é o jornalista Jean Carl Honoré. O escocês chegou à conclusão de que precisava diminuir o ritmo quando seus filhos começaram a reclamar que ele demonstrava impaciência ao lhes contar histórias na hora de dormir. O toque dos pequenos foi o que ele precisava para começar a repensar seus hábitos – e, assim, fazer tudo mais devagar e melhor.

A mudança foi tão válida que Honoré escreveu o livro Devagar – como um movimento mundial está desafiando a cultura da velocidade (Editora Record), sucesso de vendas em vários países. Nele, o jornalista diz que o importante na vida é equilibrar os momentos nos quais é preciso ser rápido com os momentos de tranquilidade e os de ócio, também necessários em nossa rotina.

Segundo ele, para adotar a filosofia slow, o primeiro passo é compreender e aceitar que não é possível fazer tudo. A partir daí, devemos cortar as atividades que não são realmente necessárias: recusar alguns convites, assistir menos TV, cancelar alguns curtos extras, diminuir o horário de trabalho...

Outro passo importante para os cabeças da filosofia é relacionar-se menos com as máquinas, esquecer por alguns momentos que existem computadores, celulares, laptops e videogames. O silêncio, alcançado pelo desprendimento aos vícios, aos excessos e aos eletrônicos, induz à reflexão e é necessário para a recarga de nossa energia. Honoré, por exemplo, passou a fazer meditação todos os dias após o toque dos filhos. Você também pode optar por essa prática, pelo yoga, por uma caminhada tranqüila (de preferência, sem o celular), por uma imersão na banheira ou por cuidar das plantas, só para citar algumas possíveis distrações bastante benéficas.  “Priorizando a qualidade em vez da quantidade de realizações, conservamos o bem-estar e a felicidade plena”, diz o mentor.

Conheça, a seguir, algumas das principais modalidades slow praticadas no Brasil e no mundo.



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Meizitang comentou às 09h57 em 01/02/2013 responder denunciar

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