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10 fatos para entender o Velho Oeste

Publicado por Redação em 10/11/2010 às 19h31

Histórias incríveis e fatos curiosos que todo fã dos filmes de faroeste precisa conhecer

Texto • Redação

Foi um escritor alemão quem criou o gênero.

Nos Estados Unidos, o livro The Virginian, escrito por Owen Wister em 1902, é considerado o primeiro faroeste de todos os tempos. No entanto, desde 1876, o escritor alemão Karl May escrevia histórias deste teor. Entre elas, está a saga de Old Shatterhand, um homem branco que lutava contra os índios americanos.

 

O primeiro filme produzido em Hollywood foi um faroeste.

Em 1910, o diretor de cinema D.W. Griffith viajou para a Califórnia à procura de um bom lugar para produzir seu próximo filme, um western melodramático chamado In Old California. Acabou descobrindo uma pequena vila, conhecida como Hollywood, que parecia perfeita para seus propósitos. Na época, ele nem imaginava que estava sendo o primeiro diretor a rodar um filme na futura meca do cinema.

 

Um dos astros mais populares do bangue-bangue italiano era um ator brasileiro.

Antonio de Teffè, também conhecido como Barão de Teffè, participou de mais de 20 clássicos do gênero, incluindo Um Trem para Durango e Django, o Bastardo. Sempre utilizando o pseudônimo de Anthony Steffen, ficou conhecido como sinônimo de encrenca na tela – quando ele aparecia, os espectadores sabiam que a pancadaria ia começar.

 

Na vida real, o Velho Oeste era muito mais tranquilo do que nos filmes.

Entre 1800 e 1900, a região conhecida como Grandes Planícies da América era formada por cidades pequenas e pacíficas. Os centros comerciais serviam apenas para abastecer rancheiros e agricultores e raramente escapavam da monotonia. O único agito acontecia mesmo dentro dos saloons, os bares da época. Os raros duelos quase sempre eram estimulados por bebedeiras e tinham três motivações principais: dívidas, jogos e mulheres.

 

 

O bangue-bangue foi parar nas telas de cinema graças ao inventor da lâmpada.

O primeiro western de que se tem registro foi produzido pela Edison Company, de Thomas Edison, o inventor da lâmpada e da câmara de cinema. Filmado em 1903, The Great Train Robbery (O Grande Roubo do Trem) conta a saga de dois bandidos que se aventuram para assaltar um trem e acabam mortos no final. A película tem 12 minutos e pode ser conferida no site www.wildwestweb.net/great.html.

 

A arma preferida dos cowboys americanos era o revólver Colt 45.

No cinema ou na vida real, a arma mais utilizada no Velho Oeste era o Colt 45, um revólver ironicamente apelidado de Peacemaker (“fazedor da paz”). Quando a intenção era atingir alvos distantes, os rifles de repetição também eram bastante utilizados. Entre eles, o mais famoso era o Winchester New Model of 1873, ou Winchester 73, que até virou nome de filme de faroeste.

 

Até a década de 1990,  o único western vencedor do Oscar de Melhor Filme foi o desconhecido Cimarron.

Nenhum dos maiores clássicos do western, como No Tempo das Diligências, Matar ou Morrer e Os Brutos Também Amam, ganhou o Oscar na categoria de Melhor Filme. Curiosamente, o único faroeste antigo que levou a estatueta foi o pouco lembrado Cimarron, de 1931, do diretor Wesley Ruggles. Mais recentemente, Dança com Lobos (1991) e Os Imperdoáveis (1993) repetiram a proeza.

 

Para se comunicar, os índios do Velho Oeste utilizavam a linguagem dos sinais.

Sioux, apaches, comanches e cheyennes eram algumas das inúmeras nações que viviam nas grandes planícies americanas. Além de ter hábitos e ideologias bastante diversos, os grupos se diferenciavam, principalmente, pela língua que falavam. Para poder se comunicar com membros de outras tribos, a única saída era utilizar a universal linguagem dos sinais.

 

Billy, The Kid, o pistoleiro mais rápido do oeste, existiu de verdade.

Em vida, Billy, The Kid foi um ladrão de gado desconhecido. Assassinado aos 21 anos, ficou famoso após a morte, graças ao livro escrito pelo homem que o matou, o xerife Pat Garret. Com o passar dos anos, Kid ganhou a fama de ter sido um dos assassinos mais cruéis de seu tempo e se tornou uma das maiores lendas do Velho Oeste. Muitos westerns contam suas aventuras, como o clássico Pat Garret e Billy, The Kid, filmado por Sam Peckinpah, em 1973.

 

Antes de se tornar um dos cowboys mais famosos do cinema, Clint Eastwood ficou desempregado por mais de seis anos.

O diretor italiano Sergio Leone precisava de um ator americano, talentoso e bonitão, para atuar em seu filme Por um Punhado de Dólares, mas o pequeno cachê oferecido (menos de 15 mil dólares) afastava todos os candidatos. Um deles, no entanto, achou a proposta irrecusável: Clint Eastwood, um ator de TV que andava tão por baixo que não conseguia um emprego há seis anos. A parceria deu mais certo do que se podia imaginar. Na sequência, Leone e Clint trabalharam juntos em Por uns Dólares a Mais e Três Homens em Conflito, completando a mais famosa trilogia do western spaghetti.
 

 
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Gustavo comentou às 01h54 em 02/12/2016 responder denunciar

Muito bom, muito obrigado pelas informações amigos. Deus abençoa a todos e a tudo.

mbt outlet clearance sale comentou às 21h31 em 17/01/2014 responder denunciar

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