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Atlântida: a lenda da ilha perdida

Publicado por Redação em 09/12/2010 às 17h33

Diz a lenda que, descansando no fundo do oceano, estaria a lendária casa de uma civilização ultra-avançada, detentora de incríveis conhecimentos sobre o mundo, o homem e suas capacidades físicas e psíquicas. Verdade ou ficção?

Texto Thiago Perin
 

Um mistério que perdura há milênios e que, provavelmente, nunca será resolvido. Há cerca de 11 mil anos, uma imponente ilha localizada no meio do Oceano Atlântico, entre os continentes europeu e americano, habitada por um povo intelectual e espiritualmente avançado, dotado de impressionantes conhecimentos físicos e psíquicos, teria submergido em um único dia e uma única noite, perdendo-se eternamente sob as águas. Aí você se pergunta: será?

A discussão é alimentada desde a Antiguidade, defendida e desmentida em proporções praticamente iguais por historiadores, geólogos e curiosos, fascinados e instigados pela misteriosa lenda da ilha.

A primeira e, até hoje, única menção documentada à Atlântida foi feita por Platão, em dois diálogos escritos por volta de 400 a.C., nos quais ele registra histórias – apontadas como “muito estranhas, porém autênticas” – narradas pelo sábio grego Sólon, que as teria ouvido anos antes durante uma viagem pelo Egito. Sólon relata a existência de “um antigo e glorioso país, do qual os gregos da época desconheciam toda a tradição”. Nesse lugar havia riquezas de enorme abundância, todos os metais preciosos, água e alimentos, além de maravilhosos templos e palácios construídos pelo povo, que seria extremamente organizado e sábio.

Segundo o mito, a civilização atlante teria surgido no momento da divisão da Terra entre os deuses gregos, quando a ilha foi designada a Poseidon, deus do oceano. Ele confiou seu governo ao filho mais velho, Atlas, nomeando o imenso território e o mar que o cercava em sua homenagem. Assim, Atlântida teria existido, “divina, bela e admirável”, durante inúmeras gerações, habitada por cidadãos que acumularam conhecimento sobre todos os aspectos da existência humana, vivendo em paz e harmonia.

No entanto, com o passar dos séculos, o caráter de sociedade perfeita foi se perdendo. Os atlantes, que até então mantinham espíritos puros, valorizando a sabedoria e a igualdade, tornaram-se gananciosos, egoístas e cruéis, lançando-se à conquista de outros territórios e lutando pelo domínio pessoal das riquezas abundantes que os cercavam. A mudança de comportamento invocou a raiva de Zeus, o deus de todos os deuses, que decidiu punir a ilha com a destruição. Assim, Atlântida submergiu ao fundo do oceano, sem deixar rastros, nove mil anos antes de ter sua história registrada por Platão.

Deixando o aspecto mitológico de lado, geólogos já concordam que é perfeitamente possível que desastres naturais – como a realocação das placas tectônicas, terremotos e vulcanismo – tenham causado a submersão de uma ilha em tempos tão remotos quanto os em que Atlântida teria tido seu ápice.



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adoro coisas que fazem sentir vivo principalmente comentou às 06h31 em 13/06/2013 responder denunciar

queiro fazer parte desta procura a Atlantida!!!!!!!!

Javier comentou às 03h10 em 27/04/2011 responder denunciar

Atlauhtlitla Região de barrancos em língua nahuatl Ver: http://www.tlahui.com/educa/2002/toponi3.htm O que vocês acham?

Caroline Silveira comentou às 04h38 em 26/04/2011 responder denunciar

Caros amigos, Nunca o tema da descoberta da Atlântida foi abordado de um modo mais racional e objetivo. No site do professor Ropero cada uma das suas afirmações vêm acompanhadas de links que remetem ao leitor à leitura de revistas de renomado prestigio como a revista Nature e a revista da National Geographic Society. O autor utiliza para suas pesquisas as mesmas ferramentas de fotografia via satélite que a NASA está utilizando atualmente para ajudar aos arqueólogos a desvendar os secretos da civilização Maya ou de da civilização Khemer em Angkor-Watt. Finalmente os estudos de Ropero revelam que muitos acontecimentos extremamente importantes como a Grande Extinção do Pleistoceno, o aumento súbito do nível dos oceanos e a extinção da avançada civilização Clovis em América aconteceu exatamente na data que Platão forneceu para a destruição da civilização atlante. Somente no ano passado, com o reajuste realizado por cientistas das datas de Carbono 14, Ropero conseguiu chegar às anteriores conclusões, o que demonstra um conhecimento extremamente atualizado da arqueologia.

Francisco Javier Ropero comentou às 21h07 em 24/04/2011 responder denunciar

Caros Colegas, Faz sete anos instalei o "Google Earth" no meu computador. Na hora que a esfera do mundo no Google Earth começou a aumentar de tamanho fiquei perplexo quando vi um imenso retângulo ao Sul de Porto Rico com as Ilhas Antilhas ao Leste. O lado direito do retângulo estava perfeitamente alinhado em direção Norte-Sul e o lado superior em direção Leste-Oeste. Passou um ano e fui ler uma matéria sobre a Atlântida. Segundo Platão o território da Atlântida era retangular e media 3000 estádios de comprimento e 2000 de largura. Conferi no território que encontrei e "puxa vida" as medidas coincidiam totalmente com as fornecidas pelo Platão. Aí comecei a pesquisar mais sobre a Atlântida e anos depois coloquei algumas das minhas deduções no site que acabei de terminar de escrever a semana passada: www.w-book.info Sugiro entrar depois no Google Earth e ver como esse retângulo é impossível de ignorar uma vez que você ve ele pela primeira vez. Vocês sabiam que Antilia significa Atlântida?

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