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Elas queriam perder peso. E conseguiram!

Publicado por Redação em 27/10/2010 às 14h29

Deixando fórmulas mágicas de lado, elas apostaram em novos hábitos e tratamentos saudáveis para perder os quilinhos a mais. Conheça as histórias inspiradoras e as escolhas certeiras dessas quatro mulheres

Texto • Renata de Salvi e Renata Rossi



Quem usa o poder da mente

“Quando comecei a fazer acupuntura, estava com 87 quilos, sendo que tenho 1,55 metro. Comecei o tratamento por causa de uma dor no braço e de alguns problemas de saúde. Tenho diabetes, glaucoma, problemas no coração e por causa disso nunca pude fazer regimes, desses que precisamos tomar remédio. No mesmo ambulatório em que fazia acupuntura, uma médica que aplica uma técnica chamada QI Mental me chamou para fazer uma sessão. Fizemos relaxamento e nunca mais senti dor no braço. Aí, descobri que a técnica pode ser utilizada para combater qualquer doença, inclusive a obesidade. Há um mês, comecei a participar das sessões quinzenais em grupo para emagrecer. Aprendemos mais sobre o funcionamento do corpo, a identificar a nossa saciedade, trocamos experiências e tiramos nossas dúvidas. Temos que questionar se estamos satisfeitos ou se queremos comer sem necessidade. Já emagreci 2 quilos. Tudo o que acontece está na nossa mente. Aos poucos, estou aprendendo. Agora sei que a gordura é uma forma de se esconder. Hoje, tenho vontade de me mostrar, uso roupas alegres e tenho bastante ânimo. Minha vida é outra. Sinto-me mais bonita, tenho vontade de fazer as coisas, de me cuidar.”

Maria Augusta Cardoso Vasconcelos, 60 anos, dona de casa

 

Agulhadas para fechar a boca

“Desde pequena, adorava assaltar a geladeira à noite. Sempre comi de tudo, mas nunca passei dos limites com o peso. Há dois anos, tive um problema de refluxo que mudou a minha vida. Além de não poder comer nada à noite, tinha que dormir sentada para não ter refluxo ao deitar. Entrava em desespero, porque comer neste horário era um hábito que mantive durante toda a vida. Depois, comecei a ter também reações alérgicas à alimentação e tive que tomar corticóide, medicamento que retém líquidos, o que me deixou inchada. Com 1,62 metro, nunca passei dos 60 quilos e, nessa fase, fiquei preocupada porque mesmo sem poder comer, minhas roupas ficavam apertadas. Então, um amigo me indicou a acupuntura para o alívio do refluxo. Muitos acreditam que as agulhadas doem. Fiquei tensa na primeira sessão, mas não doeu nada. Tamanha foi a minha surpresa quando, além de melhorar a saúde, comecei a perder peso. Depois de dois meses de tratamento com sessões semanais, perdi 8 quilos. Agora, tenho de volta o corpo dos meus 20 anos. Comecei a caminhar duas vezes por semana e aboli todas as porcarias da alimentação. Embora ainda sinta saudade de assaltar a geladeira à noite, não por necessidade de comer, mas por costume, consigo me controlar bem, deixei a ansiedade de lado.”

Liliana de Araújo Tofoli, 47 anos, jornalista

 

De olho no peso

“Sou descendente de italianos e minha família sempre foi fortinha. Mas sempre me alimentei mal. Embora gostasse de verduras, comia muitas porcarias desde a fase escolar. Cheguei a pesar 118 quilos e já tinha tentado todas as dietas possíveis, da luz, da lua, do sopão, além de medicamentos. Em todas as tentativas, perdia alguns quilos e depois os ganhava de novo. Até que conheci os Vigilantes do Peso em julho de 2005. Pensei ser essa a minha última alternativa para perder peso. Lá, aprendi a ter mais disciplina ao comer. No começo, você tem que ir toda semana e se pesar. Eles estipulam uma meta para perda de peso de acordo com a altura e a idade. Com o passar do tempo e a meta cumprida, o acompanhamento torna-se mensal. Além de assistir as palestras sobre alimentação saudável e atividade física, aprendemos a pontuar o que comemos para balancear os alimentos entre as refeições. Eu estava determinada e consegui permanecer firme por todo o tratamento. Já faz dois anos e meio que freqüento e consegui perder 43,5 quilos. Agora estou na fase de manutenção do peso, mantendo meus 75 quilos com todo alto astral, usando as roupas da moda, com saúde e freqüentando a academia durante a semana. Já ensino o que aprendi para minha filha de 10 anos, que come frutas, verduras e legumes, coisa que não fazia quando era criança.”

Viviane Suzano Rodrigues dos Santos, 32 anos, comerciante

 

Organismo em equilíbrio

“Sempre fui gordinha. A partir dos 11 anos, os quilinhos a mais começaram a me incomodar. Aos 15, cheguei a pesar 83 quilos e passei a fazer dietas com acompanhamento médico, além de regimes errados, por meio dos quais nunca obtive resultados satisfatórios. Sempre gostei de comer, mas nunca fui de comer muito. Antes, era louca por doces. Hoje, minha perdição é a massa. Com cerca de 25 anos, tive problemas com depressão, o que me fez voltar ao peso dos 15 anos. Voltei a usar roupas de número 46, 48, mas tive maturidade e não me abati. Há cerca de um ano, comecei a dieta ortomolecular. Foi algo inovador, principalmente para mim que já lutava há anos contra a balança. Desde fevereiro de 2007, consegui perder 10 quilos e agora estou com 71. Frequento o consultório uma vez por mês, quando tomo injeções e soro para acelerar o metabolismo, além de receber orientações sobre a alimentação. Também faço caminhadas. Não tenho pressa, nem ansiedade. Sinto-me bem e é isso que importa. Sempre com esperança, paciência e força de vontade estou alcançando meu objetivo que é chegar aos 60 quilos.”

Vanessa Durante, 27 anos, emissora de passagens
 

 
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