Todo dia aparece uma nova dieta por aí. Mas, apesar de algumas serem bem eficientes, outras podem colocar a sua saúde em risco! Então, fique esperta: montamos fichinhas com as verdades sobre as mais famosas delas
Texto • Redação
.jpg)
Criado na década de 70 pelo cardiologista americano Robert Atkins, o regime também é chamado de “dieta das proteínas”. Atkins, morto em 2003, dizia que as calorias não importam, o segredo é cortar os carboidratos e comer à vontade gorduras e proteínas. A dieta estimula um fenômeno chamado de cetose: com a retirada do carboidrato, o corpo extrai energia dos aminoácidos provenientes das proteínas. Nessa circunstância, o pâncreas produz pouca insulina, e o organismo, com pouca energia para funcionar, já que as gorduras e proteínas são combustíveis ineficientes, passa a queimar a gordura estocada.
Carnes de todo tipo, queijos, leite (inclusive integral), ovos, bacon e manteiga.
Nos primeiros quinze dias, frutas, alguns legumes e verduras, arroz, doces, pães, farináceos, cereais, massas e bebidas alcoólicas.
Por favorecer a ingestão de gorduras, que possuem digestão lenta, a pessoa não passa fome e perde peso, ao menos enquanto mantém o programa.
A dieta é deficiente em diversas vitaminas e minerais e pode sobrecarregar rins e fígado, por exagerar na ingestão de proteínas. Eleva o nível de colesterol e, consequentemente, aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Além disso, pode causar mau humor, já que inibe a produção de serotonina, uma substância que, em falta, pode levar até à depressão.