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Cuidados com a higiene dos alimentos

Publicado por Redação em 29/07/2010 às 20h02

Peixe cru, salmonela, bactérias mil, carnes e ovos suspeitos... Confira um bate-papo com especialistas e pesquisadores e descubra como melhorar os seus hábitos alimentares e garantir total segurança desde a compra no supermercado até a mesa

Texto • Isis Gabriel

Fazer as compras do mês, lavar verduras, escolher uma peça de carne no açougue – tarefas corriqueiras que poucas vezes merecem nossa atenção. Mas de vez em quando surge um surto de “tênia de peixe”, botulismo, salmonelose, entre outros, relacionados à intoxicação alimentar que nos fazem parar para pensar.

É fato: não dá para confiar totalmente na higiene dos alimentos no supermercado. Mesmo que eles sejam manuseados com todo o cuidado, há riscos de contaminação em todo o processo que o leva até a sua mesa. Então, o que fazer? Como se proteger?

Afinal, até que ponto a contaminação dos alimentos pode ser controlada? Estamos mesmo expostos e indefesos diante desses inimigos microscópios? As perguntas são muitas. Mas a solução, na maior parte das vezes, pode estar, literalmente, em nossas mãos. Veja a seguir.
 

Depois do surto de difilobotríase, pela chamada tênia do peixe, podemos voltar a comer peixe cru?

Quem come peixe cru, carne crua e outros produtos dessa forma está se submetendo a um risco, explica o professor e coordenador do curso de Especialização da Faculdade de Vigilância Sanitária de Alimentos da USP, Pedro Germano. “Há sempre um perigo nisso. Mas criou-se uma verdadeira convulsão na mídia. É claro que a difilobotríase é uma doença, mas não é desconhecida e nem muito problemática, uma vez que não causa danos fatais”, diz Germano.

O professor adverte, no entanto, que ao longo do tempo a tênia pode chegar a até 12 metros de comprimento e com isso provocar obstrução intestinal, além de uma forte anemia. “Mas uma vez diagnosticada, por meio de um exame de fezes, em um laboratório que tenha competência para isso, vermífugos específicos combatem o parasita de maneira eficaz”, completa.

E, para quem não quer deixar de comer sushi e nem correr o risco, vai a dica: é necessário deixar o peixe congelado sete dias a -20ºC ou 15 horas a -35ºC para que se destrua o parasita. De modo geral, os congeladores domésticos atingem de -17ºC a até -20ºC, então, em vez de deixar sete dias a -20ºC, deixe um pouco mais, pelo menos durante duas semanas sob essas temperaturas. De outra forma, só cozinhando o peixe.



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Segredos do Peixe Betta comentou às 08h46 em 05/06/2017 responder denunciar

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