Como não existe um padrão definido para os nomes dos asanas, é bastante comum encontrarmos variações de grafia e pronúncia, o que não significa, necessariamente, que alguma delas esteja incorreta. A palavra ‘shirsha’ (cabeça), por exemplo, muitas vezes é grafada como ‘sirsha’ ou ‘sirsa’, o que modifica também sua pronúncia.
Quando as vogais se encontram, elas podem se fundir ou se modificar. Veja os exemplos a seguir:
PADMA-ASANA = PADMASANA (postura de lótus)
MATSYA-INDRA = MATSYENDRA (rei dos peixes)
PASHCHIMA-UTTANA = PASHCHIMOTTANA (extensão para trás)
A partir dessa informação, podemos tirar a seguinte regra: a+a = a longo (soa como um “a” dito em dois tempos), mas nossa escrita simplifica com um “a” apenas; a+i = e; a+u = o.
No sânscrito, os compostos nominais ganham sentido quando lidos da direita para a esquerda. Por exemplo:
“ABC”-ASANA = postura do “abc”
PADAHASTASANA = postura das mãos (hasta) nos pés (pada)
HATHA-YOGA = o yoga (da modalidade) hatha
PRANAYAMA = PRANA-AYAMA = controle (ayama) sobre o alento vital (prana)
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